Elas liberam gases tóxicos para o ambiente como o Metano, CH4, 21 vezes mais perigoso que o gás carbônico.
100 milhões de sacolas plásticas precisam de 1,5 milhões de litros de petróleo para serem produzidas e causam a emissão de 4,2 mil toneladas de CO2.
Muitos fatores fazem as sacolas serem um grande problema.
Inicialmente, sacos e sacolas podem demorar até 400 anos para se decompor, dependendo da exposição a luz ultravioleta.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis, as sacolas plásticas representam apenas 0,2 do resíduo sólido urbano existente em aterros sanitários e lixões.
Além disso, por ano, são produzidos em todo o mundo, pelo menos 500 bilhões de unidades de saco plástico, o que equivale a 1,4 bilhão a cada dia ou 1 milhão por minuto
No Brasil, as sacolas já representam 10% de todo lixo nacional. Cerca de 150 sacolas consumidas por pessoa por ano.
De acordo com a Plástivida, 1Kg de plástico é capaz de produzir a mesma quantidade de energia elétrica gerada por 1Kg de óleo diesel.
Todos os anos, cidades ficam alagadas, trazendo prejuízo aos moradores.
Os malefícios não param por aí, as sacolas são um dos grandes vilões do meio ambiente.
Durante a desintegração, ela pode contaminar o solo e os lençóis freáticos, já que contém metais pesados em sua composição.
Segundo estimativas do MMA - Ministério do Meio Ambiente, morrem por ano, um milhão de animais marinhos, por causa e sacolas plásticas que vão parar no ambiente de maneira inapropriada.
Provocam a morte por asfixia, como é o caso de tartarugas, que confundem as sacolas jogadas ao mar com medusas, sua presa natural.
Por fim, sacolas são um material difícil de eliminar, os custos para recicla-las superam os custos da produção. Se queimadas, liberam dioxina, um super-tóxico que provoca câncer e outras enfermidades.
Produção de texto e imagem: Bruna Vargas
